A tradição de não tocar os sinos das e nas igrejas durante a Semana Santa surgiu no século VII. A Igreja proibiu tocar os sinos, em sinal de luto, entre a Quinta-feira Santa e o Domingo de Páscoa. Nos ofícios e liturgias, mesmo os sininhos são substituídos (ou deveriam ser) por uma matraca. Nas procissões e encenações externas às igrejas ocorre o mesmo. Na Itália, na Quinta-feira Santa, em sinal de luto, os sinos das igrejas são amarrados para que não toquem em hipótese alguma. Em outros lugares, os sinos perdem até os seus badalos, cuidadosamente retirados e guardados para o dia da Ressurreição.11 de abr. de 2017
Por que o silêncio dos sinos e o ruído das matracas?
A tradição de não tocar os sinos das e nas igrejas durante a Semana Santa surgiu no século VII. A Igreja proibiu tocar os sinos, em sinal de luto, entre a Quinta-feira Santa e o Domingo de Páscoa. Nos ofícios e liturgias, mesmo os sininhos são substituídos (ou deveriam ser) por uma matraca. Nas procissões e encenações externas às igrejas ocorre o mesmo. Na Itália, na Quinta-feira Santa, em sinal de luto, os sinos das igrejas são amarrados para que não toquem em hipótese alguma. Em outros lugares, os sinos perdem até os seus badalos, cuidadosamente retirados e guardados para o dia da Ressurreição.
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